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Por Juliane Yamaoka, gerente da Efix

O engajamento dos colaboradores deixou de ser uma preocupação exclusiva do setor de RH e se espalhou por toda a organização. Segundo uma pesquisa realizada pela consultoria Gallup em 2017, funcionários altamente engajados aumentam a satisfação do cliente, gerando um volume 20% maior de vendas. Além disso, colaboradores engajados apresentam desempenho 147% melhor – mas a taxa de funcionários é de apenas 13%.

Diante deste cenário, líderes ao redor do mundo estão à procura de soluções para diminuir a falta de engajamento, que é também um dos principais motivos para o turnover. Funcionários desmotivados, além de serem menos produtivos, podem custar bilhões por ano. Porém, mesmo com o assunto em pauta, a maioria dos líderes de recursos humanos admite não saber como solucionar esse desafio.

De acordo com uma pesquisa de 2017 feita pela consultoria Xerox, 53% dos profissionais de RH dizem ter como prioridade para o próximo ano manter seus melhores talentos na empresa. Por outro lado, uma pesquisa da Kronos, também divulgada este ano, pontua que 14% dos líderes de RH sinalizam a falta de apoio executivo como um obstáculo adicional para melhorar a retenção em 2017. Isso mostra que ainda é preciso muito amadurecimento por parte das organizações para que soluções efetivas sejam colocadas em prática com eficiência, e tragam os resultados esperados.

O fato de termos uma taxa de funcionários engajados que nem chega a 15%, apesar dos esforços dos profissionais de RH, acende um alerta para o tipo de cultura organizacional implementado nas organizações.

Valorização do profissional

Adotar um sistema de valorização do funcionário e programas dedicados a engajar os profissionais traz benefícios em longo prazo e ajudam no crescimento da empresa. Investir em oportunidades de crescimento, planos de carreira e qualidade de vida dentro e fora da organização é uma das soluções que podem ajudar o funcionário a se manter engajado e motivado.

Se por um lado os profissionais engajados têm chances maiores de continuar trabalhando na mesma empresa – 87% a mais, segundo pesquisa do Hay Group de 2017 –, por outro, funcionários sem perspectiva de crescimento e sem feedbacks para pontuar as possíveis correções e direcionar seu trabalho têm maiores possibilidades de se sentirem desmotivados. Isso gera a falta de engajamento, que pode levar ao desligamento da empresa.

A valorização do profissional hoje tem menos a ver com salários acima da média, e mais com a qualidade de vida dentro e fora do ambiente de trabalho. Um colaborador que vive estressado e cansado, sem conseguir aproveitar suas horas de folga para relaxar, com certeza não vai se dedicar 100% aos desafios do dia a dia. É preciso deixar claro para esse profissional que ele é essencial para o progresso da empresa. Ao se sentir incluído, ele terá mais senso de responsabilidade, realizando suas tarefas da melhor maneira possível. Isso também vai trazer mais facilidade na hora de atingir metas.

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